Falhas na comunicação e assistência aos passageiros levam MPSC a investigar o caso
O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) abriu uma investigação para apurar os prejuízos enfrentados pelos passageiros após o cancelamento de 99 voos no Aeroporto Internacional de Florianópolis, ocorrido na segunda-feira, 12 de agosto. A pista principal do terminal ficou interditada por 18 horas devido a um incidente envolvendo um avião da Azul Linhas Aéreas, que teve problemas nos pneus durante o pouso.
A situação gerou um caos generalizado no saguão do aeroporto, onde passageiros relataram falta de informações e assistência por parte das companhias aéreas e da concessionária Zurich Airport. De acordo com o MPSC, a apuração busca garantir que os consumidores sejam adequadamente ressarcidos e que as empresas envolvidas apresentem planos de contingência mais eficazes para evitar problemas semelhantes no futuro.
Durante a apuração, ficou evidente que a remoção da aeronave só foi possível após a chegada de um equipamento específico, fornecido por outra empresa, às 17h do mesmo dia. Com isso, a pista ficou liberada para operações apenas às 20h08, atrasando significativamente a rotina de voos. O MPSC agendou uma reunião para 27 de agosto com as principais companhias aéreas e a administração do aeroporto para discutir medidas de prevenção e resposta a incidentes como este.
O Procon de Florianópolis e o Procon estadual também foram acionados e deverão notificar as companhias aéreas para que expliquem o ocorrido e apresentem soluções aos consumidores afetados.
Fonte: G1SC










