
Quarta fase de operação busca aprofundar investigação de ataques criminosos que interromperam a rotina da região
A Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou, na manhã desta quinta-feira (12), uma nova fase da Operação Tolerância Zero, com foco em membros do Primeiro Grupo Catarinense (PGC) apontados como responsáveis pelos atentados registrados na Grande Florianópolis em 2024. Ao todo, 11 mandados de busca e apreensão foram cumpridos em endereços ligados ao grupo, com atuação em diferentes municípios da região metropolitana.
A ação integra a quarta fase da operação, que teve início após uma série de episódios de violência vinculados à facção, incluindo ataques a ônibus, queimas de veículos e tentativas de invasão a comunidades dominadas por grupos rivais.
Entre os alvos estão quatro líderes da organização, identificados por participarem diretamente dos atentados e de atividades relacionadas ao tráfico de drogas e à distribuição de armas para integrantes da facção. A investigação é conduzida pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado e deve seguir com novas diligências nos próximos dias.

Nas fases anteriores da Tolerância Zero, 41 integrantes da facção já foram identificados, indiciados e presos em desdobramentos que ajudaram a desmontar parte da estrutura criminosa.
Diversos equipamentos eletrônicos, documentos e materiais foram apreendidos e encaminhados para perícia, com o objetivo de fortalecer as provas contra os investigados. As autoridades também buscam dois membros da facção que ainda têm mandados de prisão ativos, reforçando o esforço para responsabilizar os envolvidos.
Os atentados em 2024 geraram grande impacto na rotina da população da Grande Florianópolis, provocando caos no trânsito e provocando preocupação generalizada com a segurança pública.
A operação Tolerância Zero foi montada com o objetivo de enfrentar a violência organizada e reduzir a capacidade de atuação de grupos criminosos que ameaçam a ordem e a tranquilidade da região.
Autoridades reafirmam que a ação integrada de investigação e combate ao crime organizado é essencial para proteger a comunidade, restaurar a sensação de segurança e garantir que a lei seja cumprida de maneira efetiva em Santa Catarina.
Fonte: NDTV









