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Buscas complexas no Monte Rinjani envolvem drones, equipes especializadas e enfrentam clima adverso

Juliana Marins, 26, de Niterói, caiu por exaustão num penhasco durante trilha em Monte Rinjani, Indonésia, na madrugada de 21 de junho. Nos primeiros dias, drones e cinco equipes de resgate encontraram dificuldades com neblina densa e terreno íngreme.

Somente na segunda-feira (23), sensores térmicos localizaram a turista cerca de 500 m abaixo da trilha oficial. Na terça (24), equipes de escalada confirmaram que não havia mais sinais vitais.

Iniciativas com helicópteros foram prejudicadas pelo clima adverso, conforme o resgate tentado desde sábado. O Itamaraty e a embaixada brasileira colaboraram desde o início.

Juliana, formada em Publicidade (UFRJ) e praticante de pole dance, viajava pela Ásia desde fevereiro, visitando diversos países antes de chegar à Indonésia.

O Monte Rinjani tem elevada incidência de acidentes: 180 registros nos últimos cinco anos, incluindo dez mortes. Autoridades locais prometem reforçar segurança, sinalização e exigência de equipamentos.

A família lamentou a tragédia e criticou relatórios conflitantes sobre o suposto resgate inicial. A ocorrência destaca a necessidade de cuidado com roteiros que exigem preparo e suporte técnico especializados.