
Investigado foi localizado durante operação integrada das polícias; forças de segurança continuam à procura do terceiro envolvido.
As forças de segurança de Santa Catarina prenderam, na noite de sábado (11), o segundo suspeito de participação no incêndio criminoso que destruiu viaturas da Guarda Municipal e do Setor de Trânsito de Araquari, no Norte do Estado. A captura ocorreu durante uma operação conjunta entre a Polícia Militar e a Polícia Civil, realizada no bairro Itinga, considerado um dos principais focos das investigações.
Segundo a Polícia Militar, a localização do investigado foi possível após um trabalho de inteligência que reuniu informações compartilhadas entre as forças de segurança. A ação contou ainda com o apoio do Canil do Batalhão de Pronta Resposta (BPR) de Joinville, responsável por auxiliar nas buscas e no cerco montado para efetuar a prisão.
O homem é apontado como um dos envolvidos no ataque registrado na madrugada de quarta-feira (8), quando criminosos invadiram a sede da Secretaria Municipal de Segurança Pública e incendiaram quatro veículos oficiais. Imagens de câmeras de monitoramento registraram toda a ação e passaram a integrar o inquérito conduzido pela Polícia Civil.

O primeiro suspeito havia sido preso poucas horas após o crime, também no bairro Itinga. De acordo com a investigação, pelo menos três pessoas participaram do planejamento e da execução do atentado. Com a nova prisão, as equipes concentram esforços para localizar o terceiro suspeito.
O incêndio mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros Militar e dos Bombeiros Voluntários de Araquari por volta das 2h30. Quando os socorristas chegaram ao local, quatro veículos já estavam completamente tomados pelas chamas. O fogo destruiu duas viaturas Renault Duster, uma Fiat Strada e uma Hyundai IX35, além de causar danos à garagem, à fachada da Secretaria de Segurança Pública e à rede elétrica do prédio. Um galão com combustível encontrado nas proximidades reforçou a hipótese de ação criminosa.
As investigações prosseguem para esclarecer a motivação do ataque e identificar a participação de todos os envolvidos. Até o momento, as autoridades não divulgaram detalhes sobre a identidade dos presos nem sobre o possível vínculo entre eles.









