
Segunda fase da Gaiola Vazia cumpriu cinco mandados em diferentes bairros e também investiga comércio irregular de anilhas usadas na identificação de pássaros
Quatro pessoas foram presas em flagrante e 11 aves silvestres foram resgatadas durante a segunda fase da Operação Gaiola Vazia, realizada pela Polícia Civil em Joinville. A ação ocorreu na segunda-feira (14) e busca avançar nas investigações sobre a comercialização irregular de animais e de sinais identificadores utilizados em aves.
CINCO ENDEREÇOS FORAM ALVO
Coordenada pela Delegacia de Proteção Animal, a operação cumpriu cinco mandados de busca e apreensão nos bairros Costa e Silva, Comasa, Iririú, Boehmerwald e Floresta. Um dos locais vistoriados foi a sede de uma associação de criadores de pássaros de Joinville.
A Polícia Civil não divulgou detalhes sobre eventuais irregularidades encontradas especificamente na associação nem individualizou as condutas atribuídas aos quatro presos.
ANIMAIS FORAM ENCAMINHADOS AO IMA
Durante as diligências, os policiais localizaram 11 aves silvestres. Os animais foram retirados dos locais onde estavam e encaminhados ao Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA), que ficará responsável pela destinação adequada.
Além da possível comercialização ilegal dos pássaros, a investigação apura suspeitas envolvendo a negociação irregular de anilhas, elementos utilizados para identificar aves e comprovar sua procedência.
INVESTIGAÇÃO COMEÇOU NA PRIMEIRA FASE
A nova etapa dá continuidade ao trabalho iniciado em 2025, quando a primeira fase da Gaiola Vazia resultou no resgate de 212 aves e na prisão de quatro pessoas. Na ocasião, a investigação apontou a existência de comércio reiterado de animais silvestres e anilhas.
A segunda fase contou com apoio da Polícia Científica e do IMA. Os procedimentos continuam para esclarecer as circunstâncias e identificar outros possíveis envolvidos.









