
Mulheres da melhor idade representaram o município em Florianópolis e foram reconhecidas pelo trabalho desenvolvido ao longo do ano
A dança levou o nome de Itapema novamente aos palcos de Florianópolis. O Grupo Dançar é Vida, formado por mulheres da melhor idade, participou no último fim de semana do Festival Dança Santa Catarina e voltou para casa com o Troféu de Grupo Destaque. A conquista marca pelo segundo ano consecutivo a participação do grupo no evento.
UMA TRAJETÓRIA CONSTRUÍDA AO LONGO DO ANO
A apresentação foi resultado de meses de preparação, com aulas, ensaios e dedicação das integrantes. Na competição, o grupo apresentou a coreografia “Valsa de Alice”, assinada por Nana Silva, na categoria Estilo Livre – Conjunto Sênior.
As atividades são realizadas no Centro de Atividades de Lazer da Assistência Social (CALAS), sob orientação das professoras Luciana Vieira e Nana Silva. O trabalho combina dança, movimento e convivência, criando um ambiente que vai além da preparação para apresentações.

DANÇA COMO CONVIVÊNCIA E QUALIDADE DE VIDA
Para as participantes, cada ensaio também representa uma oportunidade de estar juntas, movimentar o corpo, fortalecer a autoestima e construir novas amizades. A experiência no festival transforma o palco em uma extensão de uma rotina marcada pela convivência e pela disposição para novos desafios.
Segundo as professoras, o troféu simboliza o empenho demonstrado pelas integrantes durante todo o processo. O reconhecimento também valoriza os efeitos que a dança produz no cotidiano, estimulando participação, movimento e interação social.
ITAPEMA REPRESENTADA PELA MELHOR IDADE
O Grupo Dançar é Vida integra as atividades desenvolvidas no município para a melhor idade, com participação das áreas de Esportes e de Políticas da Pessoa Idosa. A presença em eventos culturais e de dança amplia as oportunidades para que as participantes mostrem seu talento e mantenham uma rotina ativa.
A conquista em Florianópolis reforça uma trajetória que vem sendo construída passo a passo e mostra que, para essas mulheres, a dança não termina quando a música acaba: ela continua presente na amizade, na disposição e na alegria de viver novas experiências.









