Ele foi preso no Rio Grande do Sul após ficar foragido mais de um ano depois do crime
O julgamento de Ireno Nelson Pretzel, de 65 anos, está marcado para dia 10 de março às 9h em Itapema no Litoral Norte de Santa Catarina, onde aconteceu o femínicídio da médica Lúcia Regina Gomes Mattos Schultz em 20 de março de 2020.
Ireno é o principal acusado do crime e ficou mais de um ano foragido, Ele foi preso ao se apresentar para tomar a vacina contra a covid num mutirão do estado gaúcho. Ele já estaria namorando uma gaúcha, que nem sabia que ele respondia por um feminicídio.
O julgamento será por tribunal popular pelos crimes de homicídio qualificado, com a qualificadora de femínicídio e asfixia, Ireno teria estrangulado a médica com as próprias mãos.

Relembre o caso
A médica Lúcia Regina Gomes Mattos Schultz tinha 60 anos quando foi morta dentro da casa de veraneio da família, na região central de Itapema, logo no começo do lockdown imposto para evitar o contágio da Covid-19, ainda em março de 2020.










