Marcos e Patrícia, pai e madrasta de Quênia - Foto: Reprodução

Pai e madrasta de Quênia Gabriela Matos de Oliveira foram presos em flagrante após terem levado vítima à Clínica da Família

Quênia Gabriela Oliveira Matos de Lima, de 2 anos, morreu após ter sofrido cerca de 59 lesões corporais, em Campo Grande, na zona oeste do Rio. Segundo a polícia, além de ter sido torturada, a criança apresentava sinais de abuso sexual. O pai e a madrasta do bebê foram presos em flagrante.

De acordo com a Polícia Civil, Quênia passou mal e foi encaminhada para a Clínica da Família Hans, no mesmo bairro, mas já chegou ao local sem vida. Durante o atendimento, a equipe médica percebeu que a vítima havia sido agredida violentamente.

A mãe biológica da menina teria deixado a criança sob a guarda do pai desde os 3 meses de vida, após o acusado ter se recusado a pagar pensão.

O comerciário Marcos Vinícius Lino, de 28, pai da criança, nega as agressões e diz que tudo “é um erro”. Já Patrícia André Ribeiro, de 22, afirma que a enteada se machucou caindo.

A polícia investiga o caso.