Data incita debates sobre check‑ups, bem‑estar emocional e adoção de práticas saudáveis
Em 15 de julho, o Brasil celebra o Dia do Homem, uma data que vai além de homenagem: serve como um alerta efetivo para a saúde e o bem-estar masculino.
Embora pouco destacada nos calendários, a data vem ganhando projeção graças às campanhas institucionais que incentivam check‑ups preventivos e combate ao estigma de buscar atendimento. A parte gravosa dessa mentalidade que atrasa consultas só quando os sintomas são graves ainda é uma barreira, identificada em cerca de 62% dos homens brasileiros .
Observa-se que homens fazem menos exames que mulheres (69 % contra 82 %) e têm expectativa de vida até 7 anos menor em média . O check‑up anual é recomendado a partir dos 35 anos, com exames de sangue, pressão e, após os 40, PSA e ECG . Fora isso, a atenção ao colesterol, glicemia e testículos é fundamental.
A data reforça a necessidade de cuidado com a saúde mental: ansiedade, depressão e até suicídio são temas urgentes para o universo masculino. Estudos mostram que 73% sentem pressão para “parecer fortes” e esse autocobrança atrasa busca por apoio emocional .
No campo da alimentação e estilo de vida, o sedentarismo e o tabagismo seguem como desafios. Reforçar a rotina de atividade física, dieta balanceada e controle de peso pode prevenir doenças cardiovasculares e diabetes, que são causas frequentes de mortalidade.
Comemorar o Dia do Homem é reforçar a mensagem de que procurar ajuda não é fraqueza — é atitude de cuidado consigo mesmo e com quem ama. A data é conclamada por campanhas da ANS, Ministério da Saúde e iniciativas públicas e privadas










