Foto: Reprodução /Divulgação G7SC

Projeto propõe a reutilização do antigo Hospital Santo Antônio para atender à alta demanda ortopédica da cidade

Uma proposta apresentada e aprovada pela Câmara de Vereadores de Itapema nesta semana sugere uma nova utilização para o antigo Hospital Santo Antônio, atualmente desativado. O projeto, defendido pelo vereador Nei da Van (Republicanos), visa transformar o local em um Centro de Ortopedia e Reabilitação, com o objetivo de ampliar a oferta de serviços médicos especializados na cidade, especialmente no que diz respeito à área ortopédica.

A principal justificativa do vereador é a crescente demanda por atendimentos ortopédicos e de reabilitação, que hoje são concentrados no Centro de Referência Especializado de Itapema (CERES). Segundo Nei da Van, o CERES já opera com alta demanda e uma estrutura limitada, o que compromete a qualidade e a agilidade dos atendimentos. “Há uma carência por um espaço maior, que possa absorver a grande quantidade de pacientes que necessitam de tratamentos na área de ortopedia. O antigo Hospital Santo Antônio, além de estar desativado, tem espaço físico suficiente e equipamentos que poderiam ser reativados, como os aparelhos de raio-x”, afirmou o vereador.

O projeto também destaca que o local possui estacionamento amplo e facilidade de acesso, o que poderia trazer mais comodidade tanto para os pacientes quanto para seus acompanhantes. Além disso, a iniciativa vem em um momento oportuno, considerando a necessidade crescente por serviços de saúde devido ao envelhecimento da população e ao aumento de casos de acidentes e problemas ortopédicos.

A proposta agora depende de avaliação técnica por parte da Prefeitura, que deverá estudar a viabilidade financeira e estrutural do projeto. Caso aprovada, a transformação do antigo hospital em um Centro de Ortopedia e Reabilitação promete desafogar o CERES e oferecer um serviço especializado mais completo e acessível para os moradores de Itapema e região. “Estamos falando de uma estrutura que já existe, mas está sem uso. Otimizá-la para atender à saúde da população é uma solução inteligente e necessária”, concluiu Nei da Van.

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