Caso reacende alerta sobre a importância do respeito à fauna marinha e dos cuidados ao encontrar animais em descanso na areia - Foto: Reprodução

Especialistas reforçam orientações sobre respeito à vida marinha e riscos da aproximação em praias

Na Prainha da Guarda, em Santa Catarina, um episódio em que um homem se aproximou repetidamente de um animal marinho que descansava na areia gerou preocupações sobre o comportamento de frequentadores em áreas naturais.

Testemunhas disseram que o animal permanecia em repouso e que a aproximação desnecessária pode ter causado estresse, destacando a importância de manter distância e não interferir no descanso desses animais.

Ambientalistas e órgãos de proteção à fauna reforçam orientações de que não se deve tocar, cercar, provocar ou fazer barulho perto de animais marinhos, permitindo que completem seus períodos de repouso sem interferência humana.

Ataques repetidos ou aproximações imprudentes podem alterar o comportamento natural dos animais e colocá-los em risco, afetando sua saúde e retorno seguro ao oceano.

Casos similares já ocorreram no litoral de Santa Catarina, como a importunação de um elefante-marinho que levou à aplicação de multas e a responsabilização de infratores sob a legislação ambiental brasileira.

A presença de animais marinhos em praias do Sul do país tem sido mais frequente nos últimos anos, reforçando a necessidade de educação ambiental e do acionamento imediato de órgãos competentes ao encontrar um animal em situação vulnerável.

O episódio serve como lembrança de que a convivência com a natureza exige respeito, atenção e ação responsável por parte de quem visita áreas costeiras.