Superlua de janeiro deve iluminar o céu brasileiro na noite deste sábado, marcando o primeiro grande fenômeno astronômico de 2026 — Foto: Divulgação/Agência Brasil

Lua cheia em perigeu promete brilho intenso e fácil observação ao longo da noite

Neste sábado (3), os céus poderão ser palco de um dos primeiros fenômenos astronômicos de destaque em 2026: a Superlua, também chamada de Lua cheia de perigeu, quando o satélite natural atinge o ponto mais próximo de sua órbita em relação à Terra e se torna um pouco mais brilhante no céu.

A fase de Lua cheia estará em sua totalidade na madrugada deste sábado, mas já poderá ser vista na noite anterior, oferecendo uma oportunidade para que observadores e curiosos acompanhem o espetáculo ao longo de algumas horas.

Apesar do nome popular, a Superlua não altera drasticamente de tamanho; trata-se da mesma Lua cheia, apenas em menor distância da Terra, o que a torna ligeiramente mais luminosa e um pouco maior ao olhar desarmado.

Esse fenômeno anual é resultado da órbita elíptica da Lua, que faz com que a distância até a Terra varie, fazendo com que algumas Luas cheias coincidam com o ponto de maior proximidade.

A Superlua de janeiro será a primeira do ano e ocorre após uma sequência de eventos similares que terminaram com o último fenômeno em dezembro de 2025.

O fenômeno é relativamente fácil de observar, bastando que o céu esteja limpo e que se procure um local com pouca interferência de luz artificial para acompanhar a Lua cheia brilhando no horizonte.

A forte iluminação lunar pode amenizar a visibilidade de outros eventos celestes, como chuvas de meteoros, mas isso não diminui o fascínio gerado pela presença da Lua cheia em perigeu no firmamento.

Mesmo os observadores casuais podem apreciar o espetáculo sem a necessidade de equipamentos especiais, tornando a primeira Superlua de 2026 um evento acessível para quem gosta de olhar para o céu noturno.

Fonte: Agência Brasil