
Mobilização do Gaeco e CyberGAECO no Vale do Itajaí culmina em flagrante e apreensões de dispositivos eletrônicos
Uma ação coordenada pelo Ministério Público de Santa Catarina, com apoio especializado do CyberGAECO, resultou na prisão em flagrante de um homem na manhã desta terça-feira (24), após a identificação de mais de 1,7 mil vídeos contendo material de exploração sexual infantojuvenil armazenados em dispositivos eletrônicos na região do Vale do Itajaí. A ofensiva, chamada Operação Vigilans, foi deflagrada em dois municípios da região, incluindo Brusque, e contou com mandados de busca e apreensão cumpridos pelos agentes.
Durante as diligências, computadores, celulares e mídias de armazenamento foram recolhidos para análise e passam por perícia técnica especializada que auxiliará no prosseguimento das investigações, que tramitam sob sigilo judicial.
De acordo com os responsáveis pela operação, além de armazenar e compartilhar os arquivos, há indícios de que um dos investigados possa estar envolvido na produção do conteúdo criminoso, o que agrava a gravidade das condutas apuradas e amplia o escopo das apurações em curso.
A investigação teve início a partir de informações repassadas pela Polícia Federal, por meio da Coordenação de Repressão aos Crimes Cibernéticos Relacionados ao Abuso Sexual Infantojuvenil, em conjunto com o Ministério Público estadual.
Os mandados foram autorizados pela Justiça com base na suspeita de armazenamento e compartilhamento de material ilícito envolvendo crianças e adolescentes, práticas tipificadas como crime pela legislação brasileira, o que pode resultar em penas severas.
O nome da operação — “Vigilans” — remete à vigilância constante necessária para proteger crianças e adolescentes, simbolizando o compromisso das autoridades com a repressão a esse tipo de crime.
As forças de segurança reforçam que a atuação integrada é fundamental no combate às infrações praticadas na internet e que a sociedade tem papel importante ao denunciar atividades suspeitas, contribuindo para que crianças e adolescentes sejam protegidos de abusos e violências.
O caso segue sob investigação, e novas informações poderão ser divulgadas à medida que o processo avance e mediante autorização da Justiça competente.
Fonte: ND+









